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Meu filho não come! - 11 Dicas para ajudar

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Meu filho não come! - 11 Dicas para ajudar

A alimentação das crianças é um tema que mexe muito com a mãe brasileira. Ver nossos filhos comendo pouco é uma angustia sem fim. Entretanto, o que observo na maioria das casas é uma de duas situações: ou a criança come o suficiente e os pais acham que é pouco ou a criança come a quantidade que precisa mas, de forma não balanceada. Eu nunca atendi uma criança que, efetivamente, não se alimenta de nada. 

Assim sendo, é importante que os pais reflitam sobre o que realmente os angustia. Todos os estudos da área, dizem que a criança, que tem fome, e a quem é oferecido alimento vai aceitar. Isso não significa que isso precisa ser feito de forma autoritária mas, firme! Outro problema constante é o oferecimento de alimentos altamente calóricos e/ou sem valor nutricional ao longo do dia. Se fizermos as contas da bolachinha, da bisnaguinha, do achocolatado, etc, provavelmente, vamos perceber que a criança excede o aporte calórico que precisa durante o dia (cerca de 1.200 calorias). Dessa forma, ela não chega a sentir fome para comer o que não gosta tanto assim? E por que não gosta tanto assim de alimentos saudáveis? Porque os industrializados possuem realçadores de sabor e alto teor de sal, o que faz com que nosso paladar fique "preguiçoso". Ou seja, a criança não sente sabor nos alimentos mais naturais. Isso, contudo, é uma fase passageira. Diminuindo a quantidade de industrializados, naturalmente o paladar vai se reeducando. 

Vamos frisar aqui então que a chave de uma alimentação saudável é entender que, calorias vazias, são vazias! Não pensa: "pelo menos assim ele come alguma coisa". Porque esse alimento só vai tirar a fome e não vai trazer vitaminas, cálcio, proteína ou qualquer outro componente que sirva para um organismo em formação. Corte definitivamente bolachas, pães brancos, etc. Abasteça-se de frutas bonitas e legumes coloridos e, vamos lá.  
  1. O primeiro passo sempre é a preparação psicológica dos pais. Esteja consciente de que seu filho vai resistir a mudanças que envolvam a troca de doces por brócolis. Isso é natural. Não se sintam culpados pois estão fazendo o bem de seus filhos. Preparem-se para não ceder às chantagens emocionais, birras e choros. Quanto menos você ceder, mais fácil e rápido será. Em geral, dois ou três dias são suficientes para que pare de haver tantas confusões. 
  2. Planeje as refeições: hoje em dia as coisas são muito corridas e ajuda muito planejar uns dois ou três dias na frente. Planeje pelo menos 5 refeições diárias para seus filhos: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. Repare que são muitas refeições, principalmente se seu filho tira sonequinhas. Mas lembre-se que os lanches podem, em geral ser uma frutunha. Até para que não tire o apetite da próxima refeição.
  3. Compre tudo que você precisa. E deixe o serviço adiantado. O que puder já ser lavado, descascado, cortado, etc. Se seus filhos vão tirar um cochilo, já deixe o lachinho pronto para quando acordarem. Afinal, cozinhar com a molecada pedurada em cima da gente cheia de fome, não é fácil, certo? 
  4. Decida a refeição. Crianças não tem maturidade para escolher o que querem comer. além de gerar ansiedade nas crianças porque não sabem decidir, ainda vai causar desgaste pois escolherão algo que, provavelmente não será balanceado e saudável. E, facilite sua vida fazendo uma refeição para todas as crianças. Você pode oferecer opções como mais de um legume na refeição. Assim, se não gosta de beterrava, pode comer cenoura mas, não troque por batata frita, por exemplo. 
  5. Não se preocupe com a quantidade. nutricionistas dizem que crianças não devem ser forçadas a comer mais do que querem. O que deve ser controlado pelos pais é a qualidade. A quantidade é tarefa das crianças. Mas estimule a provar os diferentes alimentos. Você pode dizer: prove, meu amor. Se não gostar, não precisa comer. 
  6. Coloque na mesa. Nada de refeições na frente da televisão onde a criança (e os pais) nem percebem o que estão comendo. É bom que todos sentem. Sim, mamãe nada de ficar correndo entre a mesa e a cozina. Sente-se para conversar com seus filhos. 
  7. Faça o prato de seu filho, conteplanedo todas as suas necessidades nutricionais. Não faça o prato pensando que ele não vai querer comer. Sua atitude deve ser tranquila. 
  8. Deixe que ele coma o quanto quiser. Normalmente nós comemos mais do que precisamos. Crianças, não! Eles sabem o quanto devem comer. 
  9. NÃO CEDA! Se não quiser comer, tudo bem. Fica na mesa até que todos terminem e pode sair. Não perca a calma. Não deixe que repita um determinado item do prato sem terminar os demais. Se não tem fome de comer o que está no prato, não tem fome de mais nada. Não insista para que coma tudo. 
  10. O mais importante: Não dê nada entre as refeições! Se você fizer isso, seu filho (que é muito esperto), deixará de comer as saladinhas para meia depois dizer que está com fome e comer um iogurte. Se está com fome, diga-lhe que pode beber água e aguardar a hora do lanche. 
  11. Confie! Não deixe esse esquema antes de, pelo menos, três dias. Caso desista, vai ser muito mais difícil da próxima vez, pois seu filho saberá que poderá dissuadi-los. 

Por Renata Bermudez Konzen

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