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As Quíntuplas da Mamãe Sidnéia, venham conferir!
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37 Vestidos lúdicos e lindos | Ana Giovanna

s 09:30

37 Vestidos lúdicos e lindos | Ana Giovanna

Será que toda mãe de meninos tem vontade de ter uma menina? Eu não posso ver nada para meninas que fico desejando ser mãe de uma princesa ou quem sabe de princesas, vai que Deus me abençoa com gêmeas, já pensou? Esse desejo fica mais intenso quando vejo as novidades da Ana Giovanna

Os vestidos são ricos em detalhes e os que mais me chamam a atenção são os vestidos lúdicos. E o melhor de tudo é que podem ser usados em qualquer evento. Principalmente, em festas de aniversários. Já foram lançados diversos temas clássicos que são considerados os queridinhos entre as meninas. 

Confiram:

Vestidos Peppa Pig

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45 Lembrancinhas para festa Frozen

s 11:11

Oi, gente!! Estou de volta! A semana de provas já passou, inclusive desabafei no YouTube (se vocês não estão seguindo o Gemelares no YouTube cliquem aqui e se inscrevam) sobre o cansaço e tudo que estava acontecendo. E como adoro atender aos pedidos de vocês, selecionei 45 lembrancinhas para festa Frozen. Assim, espero inspirar quem está preparando o aniversário das princesas. 

Confiram!

45 Lembrancinhas para festa Frozen

45 Lembrancinhas para festa Frozen
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O que fazer quando as crianças não obedecem? - 10 Dicas

s 08:21

O que fazer quando as crianças não obedecem? - 10 Dicas

A resposta a essa pergunta pode parecer bastante complexa. Isso porque, existem diversas técnicas e estratégias utilizadas por pais e mães e, nem sempre o que funciona em uma família funciona em outra. Por vezes, o que "dá certo com um irmão parece não ter o mesmo efeito positivo com outro e os pais se sentem perdidos, sem saber o que fazer! Diante disso, seguem algumas dicas sobre como ensinar seus filhos a serem mais obedientes.

  1. Identifique o motivo da desobediência: antes de saber exatamente o que fazer quando o filho não obedece é preciso analisar o contexto da desobediência. Ou seja, em quais situações seu filho tende a ser mais desobediente? Na frente de outras pessoas? Na rua? Na hora de comer? Apenas com um dos pais? Em um determinado dia? Ter consciência do contexto de desobediência ajuda os pais a se manterem mais atentos a essas situações ficando em alerta para aplicar técnicas e estratégias corretas e específicas. Por exemplo: muitas crianças são desobedientes na hora de almoçar. Os pais precisam buscar saber os motivos por trás do "não querer comer". Há alguma programação especial no horário de almoço que ele prefere à sentar para comer? É possível mudar o horário de alimentar-se? A comida provoca repulsa à criança? Conhecer os motivos que fazem a criança agir com "birra" é o primeiro passo para uma educação consciente. 
  2. Aprenda antes de ensinar: muitas vezes os pais se sentem culpados em relação à educação dos filhos. Por falta de tempo muitos se sentem desconfortáveis para impor limites às crianças, pois não querem "gastar o pouco tempo que passam com eles impondo regras e castigos". Diante disso, os pais querem aproveitar o tempo com os filhos de forma positiva e acabam fazendo "vista grossa" em alguns comportamentos equivocados. Essa culpa é geradora de conflitos emocionais entre pais e filhos que acabam possuindo dificuldades em definir o certo e o errado. Para amenizar esse sentimento é preciso ter em mente que todo e qualquer sistema de regras domésticas será fundamental para o crescimento saudável de seu filho. Uma criança criada sem limites se tornará um adulto sem limites e isso comprometerá não apenas a saúde emocional e o convívio social de seu filho, mas poderá comprometer toda a percepção de direitos e deveres que ele desenvolverá em toda a sua vida. Se as técnicas para desenvolver a obediência da criança forem aplicadas com amor e persistência você estará fazendo o bem para seu filho e para você e poderá viver longe de culpas!
  3. Compreenda o sistema de reforço e punição: em Análise do comportamento, uma linha teórica de atuação de Psicologia, acredita-se que a aprendizagem depende da relação entre uma ação e seu efeito, ou seja, o que propicia a aprendizagem e a modificação de um comportamento são as consequências de uma determinada ação. Dessa forma, quando uma criança tem um comportamento cuja consequência lhe agrada ou lhe beneficia aumenta a probabilidade desse comportamento ser mantido por ela. Essa consequência agradável é chamada de reforço positivo. Quando uma criança tem um comportamento cuja consequência lhe desagrada, lhe prejudica ou lhe tira algum benefício às chances desse comportamento deixar de existir aumentam. A essas consequências negativas chamamos de reforço ou de punição. Assim, para extinguir um comportamento é preciso fazer com que as consequências positivas decorrentes dele deixem de existir e, com isso, o comportamento da criança vá gradativamente sumindo. Nesses casos também é possível punir a criança de modo que ela receba uma consequência ruim após ter um comportamento indesejado. É o que chamamos comumente de castigo! Essa estratégia parece bastante óbvia e conhecida pelos pais, todavia, há um grande equívoco na hora de aplica-la no dia a dia. Isso porque, muitas vezes, os pais ou responsáveis por uma criança não percebe, que eles estão reforçando positivamente um comportamento que deveriam punir e, com isso, acabam estimulando a criança a manter o comportamento errado. Um exemplo simples sobre isso é quando os pais levam uma criança ao supermercado. Muitas vezes a criança pede a um dos pais, em voz baixa e às vezes até melosa, que lhe compre um doce, um salgado ou um brinquedo. Por diferentes motivos a resposta dos pais tende a ser não. Sem se deixar e convencer, a criança continua insistindo a resposta dos pais tende a ser não. Sem se deixar convencer, a criança continua insistindo em ganhar o objeto desejado e os pais insistem em negar. De repente, a criança chora, berra, faz birra, grita, dentre outros comportamentos errados, com o intuito de chamar atenção dos pais e ganhar o que pediram. Por vergonha das outras pessoas, por compaixão do choro do filho, por falta de paciência ou por qualquer outra justificativa inconsciente, os pais cedem e compram para a criança aquilo que elas lhes pediram anteriormente. O que uma criança aprenderá com essa situação? Que pedir calmamente não conseguirá o que deseja mas, que se gritar e chorar receberá facilmente o que quer. Dessa forma, os pais extinguiram o comportamento de pedir, por favor, e estimularam o comportamento de gritar e chorar, mesmo que essa não tenha sido a sua intenção. O mesmo acontece quando os pais estão em casa com seus filhos e estes estão quietos e silenciosos. A tendência que os pais ignorem a presença dos filhos nessa situação e não dirijam a palavra a eles aproveitando o "tempo livre" para realizar outras tarefas. Quando a criança passa a desobedecer, fazer bagunça ou gritar os pais deixam tudo o que estão fazendo e lhe dão atenção, demonstrando notar a presença dela. Assim, o comportamento quieto e silencioso foi punido com indiferença enquanto que a bagunça foi punida com atenção. Então, o que fazer diante de situações como essas? Continue lendo as dicas a seguir. 
  4. Alguém tem que ceder: educar os filhos é um jogo de poder. Isso porque os pais demonstram poder através de regras e autoridade e as crianças demonstram poder através de birra e comportamentos que manipulam os pais. É preciso ter em mente que extinguir um comportamento indesejado de seu filho exige persistência e perseverança. Por vezes ele irá chorar, fazer birra, gritar. Se você não concorda com esses comportamentos não ceda nada enquanto ele estiver agindo dessa forma. Se alguém precisa ceder, esse alguém não pode ser você! Uma hora alguém irá cansar desse jogo de "gato e rato" e esses alguém deve ser seu filho. Não ceda a uma regra, um castigo, uma birra ou um choro. Se acontecer, aja com indiferença e tenha consciência de que essa é uma fase de adaptação e que, mesmo que outras pessoas estejam observando, você precisa ser firme ciente de que uma hora isso acabará. 
  5. Não crie castigos que não possa cumprir: é comum vermos os pais dizerem aos seus filhos que se eles agirem de determinada forma irão ficar uma semana sem televisão, sem o vídeo game ou sem qualquer outra coisa. Todavia, logo no primeiro ou segundo dia os pais tendem a esquecer o castigo que deram ao filho ou, simplesmente desistem de manter a punição porque acham não ser mais necessário ou porque não sabem como ocupar o tempo que a criança passa a ter disponível com o suposto castigo. Para que um castigo funcione é preciso que ele seja imediato ao ato. Ou seja, não é preciso punir a criança por diversos dias ou esperar em casa para castigá-la por um comportamento errado emitido na rua. A punição deve ser consequência imediata ao erro afim de que a criança compreenda o efeito de agir de forma errada. 
  6. Desenvolva um diálogo saudável: o diálogo é sempre a melhor opção em qualquer situação, inclusive com crianças. Ao perceber que seu filho está fazendo algo errado, olhe-o nos olhos e peça-o para parar. Explique, se necessário, os motivos da proibição e fale com voz firme e compreensível sobre o assunto. Não chore e se ele começar a chorar diga-lhe que compreende sua frustração e tristeza mas, que infelizmente, ele terá que parar de chorar e aceitar a situação. Você precisará ser firme no diálogo com o seu filho mas nunca deverá gritar. Ao gritar com uma criança ela passa a compreender que o adulto chegou ao limite e ela precisa se comportar, todavia, se os gritos forem constantes em casa ao chegarem na rua a criança só compreenderá uma ordem mediante os gritos dos pais. Dessa forma, falar em um tom de voz adequado te ajudará a ser compreendido mais facilmente pela criança. Se você desenvolver um diálogo positivo, sem gritos, choros ou chantagens estará fortalecendo um vínculo afetivo saudável com o seu filho e ele compreenderá que os castigos e punições são estratégias de amor. 
  7. Não jogue a culpa para outra pessoa: uma das piores formas de tentar educar uma criança é dizendo-a que "se você fizer isso, fulano ficará chateado com você". Muitas vezes, vemos os pais falarem aos filhos que a psicóloga, a tia, a avó, a amiga, a professora, ou qualquer outra pessoa que esteja presente, ficará chateada com a criança pelo comportamento dela. Seu filho precisa te obedecer porque você é a autoridade sobre a vida dele. Trazer outra pessoa para essa relação irá confundir o papel dos pais na mente da criança. 
  8. Crie uma rotina: a criança precisa saber regras que deve seguir. Ou seja, é preciso ter uma rotina doméstica com a criança e ela deverá conhecer essa rotina. Hora de tomar banho, de fazer atividade de casa, de lanchar, de brincar ou de dormir devem ser fixas na rotina de casa e devem ser ditas de forma clara para seu filho a fim de que ele também aprenda a controlar o próprio tempo e, principalmente, compreenda as coisas que deve fazer. Além disso, para cada tipo de erro é importante um tipo de castigo preestabelecido, assim, a criança saberá a consequência de um erro antes mesmo de cometê-lo e pensará duas vezes antes de agir dessa forma. Os pais devem seguir sempre a mesma rotina e o mesmo sistema de regras e punições. Se a criança fica com babá, avó ou outra pessoa é preciso que essa também conheça a rotina doméstica e o sistema de punições e possua autoridade para corrigir a criança na ausência dos pais. 
  9. Brinque com o seu filho: ninguém, nem mesmo os adultos, consegue viver em um sistema de regras 24 horas por dia. No caso específico das crianças é preciso ter em mente que o tempo de lazer é não apenas para relaxamento e diversão, mas também para desenvolvimento e aprendizagem. Permitir que seu filho brinque e aja como criança é fundamental para uma infência saudável. Além disso, ele ficará menos cansado e menos estressado, pois poderá extravasar sua energia em uma atividade que lhe agrade e, com isso, agirá com mais equilibrio e menos birras. Reservar alguns minutos do seu dia para brincar com o seu filho irá estimular uma relação prazerosa e amigável fazendo-o perceber que nos momentos certos você pode agradá-lo com alguma atividade divertida e que as regras e punições são desnecessárias e não são um conflito familiar. 
  10. Não desista: quando a criança já é vista como desobediente ou já emite comportamentos inadequedos com frequência essas regras não terão efeito imediato. Infelizmente serão necessários alguns dias ou semanas para praticar essas dicas até que elas se tornem naturais e funcionais na rotina doméstica. Mas, se você for persistente conseguirá alcançar excelentes resultados com o seu filho e poderá desenvolver uma rotina emocionalmente  mais tranquila e equilibrada para você e para as crianças. 

Seja persistente! A educação de seu filho depende de você e algumas semanas de esforço e dedicação extras são necessárias para que os anos seguintes sejam saudáveis!



Postado por: Tahiana Andrade S. Borges
E-mail: taiborges.psicologa@hotmail.com
Página no Facebook: https://www.facebook.com/psicologianoseudiaadia
Psicóloga clínica e Especialista em Gestão de Pessoas - CRP03/IP7420


                      
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