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As Quíntuplas da Mamãe Sidnéia, venham conferir!
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Vestidos infantis para aniversários, batizados e festas temáticas

s 08:35

Independente da ocasião toda mãe deseja ver a filha desfilando com um vestido lindo, charmoso e confortável, seja para o tão sonhado aniversário, como também para o batizado ou uma festa temática. O desejo é sempre unanime entre as mães, pois querem que as filhas usem vestidos de princesas, com laços delicados e perolas para realçar a beleza dos mesmos. E foi tentando unir tudo isso que, após o nascimento da fofíssima Giovanna, a mamãe empreendedora Ana Paula, criou o ateliê Ana Giovanna e também o Bela pequena

Essas duas marcas tem como carro-chefe vestidos infantis para ocasiões especiais. Reúnem uma equipe de estilistas profissionais, trabalhando com coleções inéditas de vestidos para crianças, e assim compartilham a satisfação de vestir bem cada princesa com bom gosto e muito carinho.

Os vestidos são produzidos em diversos estilos, cores e desenhos para vários tipos de festas, mas hoje a inspiração são para as mamães que estão planejando o tão esperado batizado, a desejada festa de aniversário ou a perfeita festa temática. Sendo assim, selecionei alguns modelos para cada ocasião.

Vestidos infantis para aniversários, batizados e festas temáticas

Vestidos para batizados: 

Muitas mães não negociam a tradição da cor dos vestidos, que é a cor branca, mas outras são adeptas a cores, sempre respeitando os tons claros. O importante é cada uma seguir o seu gosto ou a tradição da sua família, e escolher vestidos que tragam conforto para os bebês, mesmo sendo ricos em detalhes. 

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Vestidos para aniversários: 

Não é fácil para as mães escolherem o vestido ideal para comemorar o aniversário da filha, pois são diversos modelos e estilos. Uma dica legal é escolher o vestido após a definição do tema da festa. 

Vestidos infantis para aniversários, batizados e festas temáticas

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Vestidos para festas temáticas: 

Os vestidos lúdicos para festas temáticas, em minha opinião, são os mais fofos e perfeitos, pois qual criança não gostaria de se vestir igual a sua personagem favorita?

Vestidos infantis para aniversários, batizados e festas temáticas

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Além de vestidos para aniversários, batizados e festas temáticas o Ateliê Ana GiovannaBela Pequena tem outras roupas para o dia a dia que também encantam, como macacão, conjuntos, calças, blusas, saias e diversos looks da famosa moda "Tal Mãe, Tal Filha". Inclusive mostrei alguns looks em duas matérias:
  • 50 Looks tal mãe, tal filha - Confira AQUI!
  • Moda mãe e filha - Confira AQUI!

Serviços: 
Loja online Ana Giovanna: http://www.anagiovanna.com.br
Loja online Bela Pequena: http://www.belapequena.com.br
Telefone: (13) 4062-9017 - Atendimento das 14 horas às 18 horas. 



                      
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Bullying - o que é e como identificar

s 11:16

Bullying - o que é e como identificar

Outubro é o mês mundial de combate ao Bullying. A importância dessa data pode ser claramente percebida se atentarmos para o crescimento da violência escolar na educação pública quanto na particular. O crescimento do fenômeno byllying tem colocado em risco a saúde mental, social e física de nossas crianças e adolescentes. Diante disso, pais e professores têm se preocupado cada vez mais com o assunto, buscando alternativas e soluções. 

Podemos definir o bullying como um conjunto de atitudes de violência física e/ou psicológica que acontece de forma intencional e repetitiva, envolvendo os mesmos agressores e as mesmas vítimas. As ações desse tipo de violência possuem caráter degradante e ofensivo, envolvem disputa de poder e popularidade e possuem o objetivo de amedrontar, oprimir, humilhar, maltratar, ridicularizar, excluir e perseguir as vítimas envolvidas. O bullying pode ser verbal, psicológico, físico ou virtual (cyberbulllying) e acontece na grande maioria das escolas. 

O grande problema do bullying é identificar os envolvidos e reconhecer que ele existe em uma determinada escola ou sala de aula. Normalmente os agressores (chamados de bullies) são alunos mais populares e, as vítimas, costumam ser crianças mais tímidas, com dificuldades em se defender e, portanto, mais vulneráveis. 

O grande problema do bullying é identificar os envolvidos e reconhecer que ele existe em uma determinada escola ou sala de aula. Normalmente os agressores (chamados de bullies) são alunos mais populares e as vítimas costumam ser crianças mais tímidas, com dificuldades em se defender e, portanto, mais vulneráveis. Por ser um jogo subjetivo de poder, as crianças vítimas de bullying tardem a não denunciar seus agressores com medo de retalizações e sofrem caladas. Com isso, a escola não consegue identificar nem os agressores e nem as vítimas, e passa a se omitir diante do que acontece nas salas de aulas todos os dias.

Para saber se o seu filho está envolvido com o bullying é preciso estar disposto a reconhecer que ele pode ser a vítima, mas também pode ser o agressor ou o espectador. Espectadores do bullying são as crianças que não provocam a violência, mas que também não a denunciam. Elas não fazem piadas ou brincadeiras maldosas, mas costumam rir das brincadeiras e ignorar as vítimas, o que aumenta a ocorrência da violência escolar.

Se você acredita que seu filho seja vítima do bullying, fique atento a 5 coisas: 
  • Seu filho perdeu a vontade de ir à escola? Demora para acordar, inventa dores e doenças para não frequentar as aulas? 
  • Seu filho cheha triste da escola? Chora sem motivo?
  • Quando você vai buscar seu filho na escola ele está sempre sozinho ou acompanhado apenas de um ou dois colegas que são sempre os mesmos? Nunca leva colegas da escola para casa? 
  • O rendimento escolar de seu filho diminuiu?
  • Seu filho não conta o que sofre na escola e sempre muda de assunto quando é questionado? 
Se a resposta para algumas dessas perguntas for sim é preciso tomar a iniciativa de conversas sobre o assunto com o seu filho e em seguida conversar com professores, diretores e coordenadores pedagógicos sa escola em que ele estuda. Caso a suspeita se confirme, procure um psicólogo para seu filho e estimule a escola a buscar uma solução para o problema! Bullying é crime e precisa ser denunciado, combatido e prevenido!

Para ajudar nessa corrente do bem, compartilhe esse post com as hashtags #todoscontraobullying e #memóriasdobullying.


Postado por: Tahiana Andrade S. Borges
E-mail: taiborges.psicologa@hotmail.com
Psicóloga clínica e Especialista em Gestão de Pessoas - CRP03/IP7420


                      
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Mãe de trigêmeos e mais uma

s 20:28

Michele Kaiser, já tinha uma filha, Mônica, e sempre achou que toda criança precisava de um irmão e assim passou a desejar mais um bebê para completar a família. Mas a gestação trigemelar a surpreendeu. Hoje ela está aqui no Gemelares para contar um pouco da sua história, vamos conferir? 

Mãe de trigêmeos e de mais uma

Meu marido e eu casamos em 2006 e esperamos alguns anos até iniciar com as tentativas de engravidar. Em 2010 descobri minha endometriose depois de seis meses tentando a gestação. Fiz tratamento para endometriose na época e, oito meses depois, consegui engravidar e tive a Mônica, que nasceu em agosto de 2011. 

Sempre quando pensava em ter filhos eu queria ter dois, porque achava que a pessoa precisa ter um irmão. Foi por isso que, em janeiro de 2013, quando a Mônica tinha 1 ano e meio, tentei engravidar pela segunda vez e foi muito rápido. Em março de 2013 fiz um exame de sangue e descobri que estava grávida. Mas nunca pensei que esse era só o início de uma louca história. 

Mãe de trigêmeos e de uma

Algumas semanas depois, fiz a primeira ecografia para saber se estava tudo bem com o bebê. A médica ecografista iniciou o exame com poucas palavras e, em seguida, anunciou o que eu estava sendo capaz de compreender na tela daquele computador: "São dois sacos gestacionais". Nos olhamos, meu marido e eu, e o que saiu da minha boca foi: "Mas, doutora, eu já tenho uma filha". Sai de lá em estado de choque. Como a médica nos disse que, muitas vezes, o organismo reabsorve um dos embriões no início da gestação, deveríamos fazer nova ecografia em 10 dias. 

Mãe de trigêmeos e mais uma

Mãe de trigêmeos e mais uma


Mãe de trigêmeos e mais umaNo dia 2 de abril, já recuperada do choque, fiz ecografia em outro laboratório. Explique para o médico nossa situação, já preocupada com o bom desenvolvimento dos meus gêmeos. O médico iniciou o exame: "Bom, no primeiro saco gestacional está tudo bem, há um embrião e a vesícula vitelina. Só que no segundo saco há dois embriões, são trigêmeos!", ele disse. "Plurivitelinos, dois idênticos e um diferente, bivitelinos e univitelinos na mesma gestação. E três corações batendo dentro da normalidade". O próprio médico nos disse que nunca havia atendido pessoalmente um caso como o nosso. Como isso foi acontecer comigo? Sem nenhum tratamento de fertilização?


Passamos a acompanhar a gestação com um médico especialista em medicina fetal. Na 12ª semana de gestação, descobrimos que eram três meninos: Marcelo, Murilo e Matheus. Ele nos alertou que poderia ocorrer a Síndrome da Transfusão Feto-Fetal entre os meninos idênticos - o exame indicava essa possibilidade. Ficamos muito preocupados, porque nesses casos, os dois bebês podem não sobreviver. Por muita sorte, os três se desenvolveram de forma igual. Os meninos nasceram de 34 semanas, pesando cerca de 2 quilos cada um e com os cabelos ruivos da mamãe. Passaram sete dias na UTI neonatal e mais oito na salina de aquisição de peso. 

Mãe de trigêmeos e mais uma

Mãe de trigêmeos e mais umaA rotina começou muito difícil, porque saí de uma gestação de repouso absoluto para um corre-corre que se resumia a hospital. Quando tiveram alta, passei muitos dias cansativos cuidando deles em casa, me adaptando à nova vida com quatro crianças. Os dois primeiros meses foram exaustivos porque precisava cuidar durante o dia, com a ajuda dos meus pais, e também durante a noite. Foi aí que contratei uma babá para passar a noite e eu poder ter saúde para cuidar deles durante o dia. 

Mãe de trigêmeos e mais uma
Amamentei sempre que pude, mas nunca exclusivamente porque não havia suficiente. Eles desde recém-nascidos mamaram complemento intercalado com meu leite materno. Aos seis meses, quando começaram a comer as comidinhas, tornou-se mais fácil ter uma rotina, e eles começaram a dormir mais horas a noite e fazer sonos mais longos durante as tardes, o que facilitou muito nossa vida. 

Mãe de trigêmeos e mais uma

Algumas pessoas se assustam quando ouvem nossa história e muitas são negativas e me perguntam "como você aguanta?". A frase que mais ouço é "se um dá trabalho imagina quatro!". Como me considero uma pessoa muito otimista, rebato esse pensamento com: "Se uma filha já me dava tanta alegria, imagina quatro!". 

Mãe de trigêmeos e mais uma

Os meninos completaram 1 ano recentemente, pesam quase 10 quilos cada um e se dão muito bem com a maninha Mônica, Matheus e Murilo são gêmeos idênticos e Marcelo estava em bolsa separada, porém a semelhança com os irmãos é muito grande. Somos uma família completa!

Michele, seja sempre bem-vinda ao Gemelares!!

Para as mamães que adoram acompanhar blogs de gemelares, conheçam também o blog da Michele: http://ostrigemeosdamichele.com.br.

Beijos,

Juliana Doerner.
                      
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